
As fórmulas que a sua equipe já confia, rodando sozinhas.
Matéria-prima atualizada, PDF saindo no cliente, sem digitar duas vezes.
família ou DXF/PDF → motor da planilha → proposta no CRM → PDF no cliente
em uso na Guerra Metais · 100% igual à planilha original · 16 elos de teste por entregaO problema
Cada proposta nasce de uma cópia, num computador, com um preço de matéria-prima que ninguém sabe de quando é. Depois ainda é digitada de novo no CRM.
Só quem conhece as abas orça. Fórmula escondida, célula travada, versão diferente em cada máquina. Se a pessoa falta, o orçamento para.
Chapa, tubo e acessório mudam toda semana. A planilha não avisa — e a proposta sai com custo velho, margem errada, sem ninguém perceber.
Calculou, aí digita tudo de novo no CRM: produto, medidas, descrição, parcelas. Cada redigitação é um erro esperando pra aparecer no PDF do cliente.
Como funciona
A calculadora não inventa conta: ela executa as fórmulas da sua planilha, com os parâmetros auditados, e entrega o resultado onde a venda acontece.
Bancada, mesa, estante, armário, hidrante, caixa de gordura… O formulário é o contrato da planilha: as mesmas opções, as mesmas regras de visibilidade e validação.
Não é "chegar perto": é a mesma conta, centavo a centavo, provada todo dia contra a planilha original. O preço da matéria-prima é o vivo, atualizado com a base de custos.
Reforço de 1,0 mm em vez de 0,8? Perna em tubo quadrado? Pé reforçado? Muda ali, o preço atualiza na hora — e o próximo orçamento volta ao padrão sozinho.
Catálogo com o estudo de cada item fixo. Pra fora do padrão, a lista de materiais como na planilha — ou jogue o DXF/PDF e receba o rascunho pra conferir.
Negócio, produto certo, cuba vinculada, descrição no padrão da empresa, parcelas no vocabulário do cliente e o PDF gerado — tudo no Ploomes, sem redigitar.
Deu certo na vida real? Marca ✓ conferido: o preço vira gabarito e o sistema avisa se algum dia ele mudar. Cada entrega passa por um portão de testes antes de ir ao ar.
“A planilha continua sendo a verdade.
Só que agora ela roda sozinha, com preço de hoje, e sai no CRM.”
GUERRA INTELLIGENCE
o motor que não chuta — ele roda a sua planilha, centavo a centavo
Módulos
Da família padrão ao projeto desenhado à mão. Cada módulo fala com o mesmo motor e a mesma base de custos.
Bancadas, estantes, armários, hidrantes, caixas de gordura, lavatórios… O formulário é o espelho da planilha, com o Configurar da vez pra ajustar sem mexer no padrão.
Catálogo dos itens fixos com o estudo de cada um: preço como hoje, preço no estudo, matéria-prima viva. Modelos (sobrepor/embutir) e variantes na mesma tela.
Lista de materiais igual à planilha de projetos especiais: chapa por m², tubo por metro, laser, markup 300–600 %. Estudos salvos pra reaproveitar.
DXF: uma linha por peça com medidas e perímetro de corte exatos. PDF: a IA lê o desenho e monta a lista de materiais casada na base de custos — rascunho pra conferir, nunca pra mandar sem olhar.
Solicitações que chegam do CRM viram rascunho; a proposta sai espelhada, com revisão, aprovação de desconto e o PDF repescado. Enviadas, rascunhos e atendidas no mesmo lugar.
DXF → plano de corte → arquivo da máquina (RayTools hoje, CypCut a seguir). Sobra vira retalho controlado. O motor já gera arquivo que a máquina abre.
Integração
Hoje: Ploomes. A proposta que a calculadora manda é indistinguível da que o orçamentista faria à mão — só que sem erro de digitação.
Confiabilidade
Não é promessa: é rotina. Cada entrega só vai ao ar depois que o portão de testes passa; cada família conferida vira gabarito vigiado.
Pré-voo, guarda da versão, sobe, prova (todos os motores), veredito. Quebrou? Volta sozinho em segundos e ninguém vê.
O que saiu certo na vida real vira gabarito com data. Se a planilha mudar depois, avisa; se o preço mudar sem motivo, quebra o teste.
Vendedor vê preço e margem; custo destrinchado só pra quem tem alçada. Tudo com login, escopo e auditoria de quem mudou o quê.